Em noite de festa no Palacete Tirachapéu, Faculdade Baiana de Direito celebra 20 anos e reafirma protagonismo no ensino jurídico

Evento reuniu colaboradores, corpo docente, sócios e convidados para celebrar legado de excelência e inovação na Bahia


A Faculdade Baiana de Direito celebrou 20 anos de história em evento realizado nesta quinta-feira (27), no Palacete Tirachapéu, localizado no Centro Histórico de Salvador. Na ocasião, a instituição reuniu convidados para celebrar sua trajetória, marcada pelo foco na inovação e na busca pela excelência no ensino.


Com o tema “Baiana 20 anos: Passado. Presente. Futuro.”, o evento contou com apresentações de três dos 12 sócios-fundadores, Francisco Salles, Valton Pessoa e Fredie Didier, que refletiram sobre as conquistas da instituição ao longo dos anos. Outros sócios também estiveram presentes, como Ricardo Didier, Nestor Távora, Maria Auxiliadora Minahim, Roberto Pessoa, Roberto Dorea Pessoa e Dirley da Cunha Junior, além de convidados e profissionais da área.


Em duas décadas de atuação na Bahia, a faculdade soma mais de 5,5 mil formados em cursos de graduação e pós-graduação, estruturados com foco no rigor pedagógico teórico, na oferta de estágios, no uso de convênios institucionais e de tecnologias.


A qualidade do ensino é o principal foco da instituição, que prepara os estudantes para carreiras tradicionais e novas oportunidades no mercado. Segundo Francisco Salles, a manutenção do nível do curso baseia-se na recusa ao modelo de educação em massa. “O projeto da Baiana já nasceu com o firme propósito de criar uma proposta diferente, específica, inteligente e obcecada pelo Direito. O nosso maior recurso são as pessoas. Nós conseguimos reunir na faculdade, desde sempre, os melhores gestores e os melhores professores”, explicou o diretor.


De acordo com o advogado e sócio-fundador Fredie Didier Júnior, a consolidação de uma tecnologia própria de ensino coloca a faculdade entre as melhores do país. “A gente desenvolveu um modo de ensinar, uma tecnologia de ensino, de curso, que não deve nada a nenhum curso de graduação em direito no Brasil. Eu só posso afirmar: pode até haver um curso de graduação em direito no Brasil igual ao nosso, semelhante ao nosso em qualidade, mas melhor não tem”, afirmou.


Paralelamente ao rigor pedagógico, a instituição acompanha as transformações sociais e do mercado, a exemplo do avanço da presença feminina na área jurídica. Professora da casa desde 2009, a presidente da OAB-BA, Daniela Borges, destacou a mudança no perfil dos alunos.


“Quando eu fiz faculdade, eram dois homens para cada mulher. Fiz a Universidade Federal de Minas Gerais e, naquela época, era exatamente essa proporção. Hoje, vejo as mulheres cada vez mais presentes e empoderadas em sala de aula, todas muito dedicadas, e vou encontrando elas depois na advocacia, tornando-se sócias de escritórios ou ocupando espaços de poder”, ressaltou.

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