Faturamento alto não garante saúde financeira a profissionais da saúde
Uma agenda cheia e um faturamento elevado podem transmitir a impressão de sucesso financeiro. Nos bastidores de clínicas e consultórios, porém, a realidade nem sempre acompanha o volume de atendimentos. Custos mal dimensionados, retiradas sem planejamento e desconhecimento sobre a margem de lucro fazem com que profissionais da saúde trabalhem muito, movimentem valores expressivos e, ainda assim, enfrentem dificuldades para manter as contas em equilíbrio Segundo Catarina Lima, CEO da Referência Gestão de Saúde, um dos equívocos mais frequentes é confundir o dinheiro que entra com o resultado efetivo do negócio. “Faturamento não é lucro. Antes de representar ganho para o profissional, a receita precisa pagar equipe, impostos, taxas, aluguel, insumos, equipamentos, sistemas e outras despesas da operação. Sem conhecer esses números, é possível ter uma clínica movimentada e financeiramente frágil”, explica. O problema também passa pela formação. Médicos, dentistas, fisioterapeutas e outros ...